Aquelas vagas largas de azeviches
Toda vez que me sorrias, me confundias,
Enchia-me de um não sei que!
Aturdia-me em cada noite que aludias
Com o brilho de seu olhar
E eu novamente, já demente não sabia,
Que a cada dia que se ia
Uma parte de mim partia
E partia também dentro
de mim um algo mais!
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
A missão
Todos temos uma missão!
Há aqueles que constroem pontes facilitando a travessia sobre os rios
Existem os ferreiros que fundem e moldam o metal
A missão em si é relativamente simples
As pessoas é que complicam este fim e se perdem no caminho
Trata-se do encontro com a felicidade, ou satisfação por intermédio da ajuda mútua.
A alegria, de fato, reside dentro de nós mesmo e somente o individuo pode fazê-la despertar
A felicidade esta nas coisas simples da vida ou da existência em si
Este estado abstrato da alma deve ser adquirido no dia a dia
Não com coisas materiais, mas sim com um simples sorriso dado ou recebido.
Deve-se aprender que até mesmo um dia nublado tem lá seus encantos.
Enfim, busque a felicidade nos detalhes
Pode parecer algo difícil no começo, mas lhe garanto, estará lá!
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Há aqueles que constroem pontes facilitando a travessia sobre os rios
Existem os ferreiros que fundem e moldam o metal
A missão em si é relativamente simples
As pessoas é que complicam este fim e se perdem no caminho
Trata-se do encontro com a felicidade, ou satisfação por intermédio da ajuda mútua.
A alegria, de fato, reside dentro de nós mesmo e somente o individuo pode fazê-la despertar
A felicidade esta nas coisas simples da vida ou da existência em si
Este estado abstrato da alma deve ser adquirido no dia a dia
Não com coisas materiais, mas sim com um simples sorriso dado ou recebido.
Deve-se aprender que até mesmo um dia nublado tem lá seus encantos.
Enfim, busque a felicidade nos detalhes
Pode parecer algo difícil no começo, mas lhe garanto, estará lá!
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
Xadrez
O cavalo parou em frente a casa
Ele deslizou pelo corredor vazio
Em busca da nobre dama!
Ela esquivou-se o que pode
De seu sedutor, uma, duas vezes...
Ele a encostou no canto e
Devorou-a toda sem pudor!
O dono da casa voltava
A passos lentos...
Já era tarde estava em xeque...
Mate!
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Ele deslizou pelo corredor vazio
Em busca da nobre dama!
Ela esquivou-se o que pode
De seu sedutor, uma, duas vezes...
Ele a encostou no canto e
Devorou-a toda sem pudor!
O dono da casa voltava
A passos lentos...
Já era tarde estava em xeque...
Mate!
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terça-feira, 29 de março de 2011
Ética
Este é o cúmulo da ética poética
Ela entrou na minha vida em questão de segundos
Atravessou o limiar da porta do metrô
Invadiu meus sonhos, com seus olhos grandes
e lábios carnudos, os cabelos cumpridos e negros
Tentei puxar conversar, mas no momento de arfar o ar
me engasguei com minhas palavras precocemente concebidas em meu cérebro
Desisti...
Endeusei...
Admirei!!!
O coletivo parou,
Ela saltou,
Eu fiquei,
Errei?
Continuei...
Patético e ético
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Ela entrou na minha vida em questão de segundos
Atravessou o limiar da porta do metrô
Invadiu meus sonhos, com seus olhos grandes
e lábios carnudos, os cabelos cumpridos e negros
Tentei puxar conversar, mas no momento de arfar o ar
me engasguei com minhas palavras precocemente concebidas em meu cérebro
Desisti...
Endeusei...
Admirei!!!
O coletivo parou,
Ela saltou,
Eu fiquei,
Errei?
Continuei...
Patético e ético
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terça-feira, 22 de março de 2011
O Barco
O barco vai descendo...
Lentamente riu abaixo
Sem esforço, sem inquietação!
Sem pressa, calmo e sereno.
Flui riu abaixo ao sabor das águas do rio.
Seu encontro com o mar será inevitável.
No entanto tal encontro já foi premeditado.
Já foi sonhado, idealizado!
O barco irá enfrentar tormentas e tempestades
Poderá soçobrar acabando com tal devaneio.
No entanto, só o barco saberá o sabor que é
Encontrar e sentir o mar
Terá a certeza de que presenciou que sentiu e que compartilhou
Com uma das mais belas existências da natureza!
Fundirá seu próprio ser com tão forte elemento
E que aqueles que ficaram a margem do rio,
Jamais saberão ou sonharão tais efeitos
Continuaram vivendo suas vidas cotidianas e sem graça...
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Lentamente riu abaixo
Sem esforço, sem inquietação!
Sem pressa, calmo e sereno.
Flui riu abaixo ao sabor das águas do rio.
Seu encontro com o mar será inevitável.
No entanto tal encontro já foi premeditado.
Já foi sonhado, idealizado!
O barco irá enfrentar tormentas e tempestades
Poderá soçobrar acabando com tal devaneio.
No entanto, só o barco saberá o sabor que é
Encontrar e sentir o mar
Terá a certeza de que presenciou que sentiu e que compartilhou
Com uma das mais belas existências da natureza!
Fundirá seu próprio ser com tão forte elemento
E que aqueles que ficaram a margem do rio,
Jamais saberão ou sonharão tais efeitos
Continuaram vivendo suas vidas cotidianas e sem graça...
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Segredo
Não existem segredos a dois
Porque o outro sempre conta depois
Não existem segredos a esmo
Observe a si mesmo
O segredo deve ser um pacto e ficar onde nasceu
Velado e cercado dentro do seu próprio eu
O segredo é uma fração
Nasce na mente, desenvolve no coração e depois vira ação
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Porque o outro sempre conta depois
Não existem segredos a esmo
Observe a si mesmo
O segredo deve ser um pacto e ficar onde nasceu
Velado e cercado dentro do seu próprio eu
O segredo é uma fração
Nasce na mente, desenvolve no coração e depois vira ação
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quarta-feira, 9 de março de 2011
Falsidade
Porque você insiste e alimenta meus “ais”?
Nesta doutrina rotina de coisas vis e banais!
O sorriso falso de embuste querendo coisas a mais...
Pensam que enganam com seus ardis de formas sutis
Como quem sugam sem dó e sem pena as forças vitais
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Nesta doutrina rotina de coisas vis e banais!
O sorriso falso de embuste querendo coisas a mais...
Pensam que enganam com seus ardis de formas sutis
Como quem sugam sem dó e sem pena as forças vitais
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