Ai, depois, vem a rebentação...
Dos excessos diversos
Da gula desmedida
Do que se põe na boca
Do que se põe na mão
A comida bem-dita virá maldição
A bebida que unge virá ácido e te corrói
O sexo viraliza e te perverte
O fumo te sufoca
Por quê???
Por quê!!!
Porque...
O essencial é o pouco
Só que o pouco não satisfaz a gula...
Então dentro desta bulha te entulha, te enfada
Até enfim te enfiar em um caixão com antecedência máxima
Aquele que expira finda como quem vai dormir e não acorda mais
Quando acorda adentra ao Reino
E o outro???
O outro não sei... Acho que volta!!!
Do que se põe na boca
Do que se põe na mão
A comida bem-dita virá maldição
A bebida que unge virá ácido e te corrói
O sexo viraliza e te perverte
O fumo te sufoca
Por quê???
Por quê!!!
Porque...
O essencial é o pouco
Só que o pouco não satisfaz a gula...
Então dentro desta bulha te entulha, te enfada
Até enfim te enfiar em um caixão com antecedência máxima
Aquele que expira finda como quem vai dormir e não acorda mais
Quando acorda adentra ao Reino
E o outro???
O outro não sei... Acho que volta!!!
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