domingo, 19 de fevereiro de 2012

Cabala



Cabala = “lekabbel” = receber os ensinamentos sobre o método de adquirir luz


O primeiro livro na Cabala a ser escrito, existente ainda hoje, é o Sefer Yetzirah ("Livro da criação"). Os primeiros comentários sobre este pequeno livro foram escritos durante o século X, e o texto em si é citado desde o século VI. Sua origem histórica não é clara. Como muitos textos místicos Judeus, o Sefer Yetzirah foi escrito de uma maneira que pode parecer insignificante para aqueles que o lêem sem um conhecimento maior sobre o Tanakh (Bíblia Judaica) e o Midrash.

Outra obra muito importante dentro do misticismo judeu é o Bahir ("iluminação"), também conhecido como "O Midrash do Rabino Nehuniah ben haKana". Com aproximadamente 12.000 palavras. Publicado pela primeira vez em 1176 em Provença, muitos judeus ortodoxos acreditam que o autor foi o Rabino Nehuniah ben haKana, um sábio Talmúdico do século I. Historiadores mostraram que o livro aparentemente foi escrito não muito antes de ter sido publicado.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Em algum lugar

Deixei de seguir...
De ir por esta trilha infinita
Preenchendo as pegadas
De quem nem ao menos olhou pra trás

Retornei ao eixo
Perto do seixo
Onde a árvore ainda cresce
O sol nasce
Belíssimo!!!
E o pássaro canta pelo mero prazer de cantar

Voltei
Mas deixei
A porta aberta
Pra quem quiser entrar

Pois o coração é
Como esta humilde casa
Na beira da estrada
Simples, mas que pode aquecer
A quem assim, o bem quiser!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Saúde Pública


"Se é o sistema de mercado que cria uma gravitação natural em direção ao monopólio e à consolidação do poder, enquanto também gera diversas indústrias ricas que se elevam acima das outras independentemente de sua utilidade, tal como o fato de os maiores gestores de fundos de Wall Street agora embolsarem mais de 300 milhões de dólares por ano por contribuir literalmente com nada.

Enquanto um cientista procurando curar uma doença, tentando ajudar a humanidade, pode ganhar 60 mil dólares por ano, se tiver sorte."


Para ler mais acesse:

POST: http://projetoalquimia.wordpress.com/2011/11/20/zeitgeist-8e41u76yg97s-1/#saude_publica

domingo, 22 de janeiro de 2012

Particípio Passado

Particípio Passado!
De quem participou ativamente
E se cansou no meio da jornada...
Particípio Passado!
De quem te passou como se fosse roupa
E te colocou no fundo da gaveta
E a fechou eternamente...
Particípio Passado!
De quem passou por você,
E fez que não te viu, entrou na multidão e saiu...
Particípio passado
De quem partiu
Saiu pela porta
Mais ainda sorriu!
E esta ao seu lado...
... e depois de tempos passados
Como do nada te surgiu
Trazendo-te de volta o que era teu
E na verdade de ti nunca fugiu...

(nota do autor) Particípio: s.m. Gramática Forma nominal que expressa, ao mesmo tempo, uma ação ou estado e uma qualidade. Em latim havia três tipos de particípio, correspondentes aos três tempos verbais do presente (amans, amantis), do passado (amatus, a, um) e do futuro (amaturus, a, um). Na morfologia portuguesa somente restou, dentro do paradigma verbal, o particípio passado, por isso mesmo chamado apenas de particípio. A forma em -nte, oriunda do particípio presente latino, fixou-se como adjetivo (água corrente, sol nascente, verso cantante), ou substantivo (estante, requerente, ouvinte), ou preposição (durante, mediante), aparecendo de modo esporádico na língua literária, com valor verbal: este é o caminho conducente à glória. Do particípio futuro latino restam alguns vestígios em palavras portuguesas como nascituro, futuro, imorredouro, vindouro.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O Alcorão




Como fizemos a migração do knoll para o wordpress, nossos artigos ficaram desconfigurados
O Tópico: O Alcorão já foi revisado e esta pronto para leitura

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Partida

Convivemos com as pessoas
E não nos damos conta
O quão grata e essa presença
Deixamos de assimilar o bom dia
E darmos em troca um simples sorriso
Dificultamos por demais, o que difícil já é!
E em troca da mão, às vezes damos negação!
Convivemos um dia, dois, toda um vida...
Até que na hora da partida
Nos serve a mão, para calar fundo a voz
O que nos grita mais alto ao coração
Às vezes se é possível engolir as lágrimas
E em outras elas escorrem como rios incessantes
E nossa insensatez morre, muda e calada
Sem ter vez
Pois assim se fez
Um dia de cada vez...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Fim do problema!

As pessoas se cansam!
Cansam-se de seus irmãos...
Cansam-se de seus amigos de anos...
E depois... morrem de saudades!
As pessoas se entediam!
Entediam-se do seu trabalho,
E depois com a falta dele,
Quando o não tem mais...
As vagas do tempo infinito
A se arrastar para lugar algum...
Entediam-se com a rotina do dia a dia...
E depois sofrem, por não ter sina
Mas sim uma doença que vaticina
O fim de não se ter mais chances de nenhum querer...