sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Ganância
Alfeu
O dia amanheceu
E o que era seu
Se perdeu!
Compactuaste com os fariseus
Que te deu?
Agora a ganância dos dias teus
Te arrepia
E pia a harpia...
Mau agouro!
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sábado, 18 de janeiro de 2014
A Nova Ordem
Finda a ordem do que devia ser
E o amanhecer,
Traz o triste retrato de não se ter
Pelo fato de não saber
O que se tinha por merecer
Golpeaste a natureza e atingiste o próprio ser
Agora, estás feliz com este novo querer?
Agora esta nova bulha
Causa-te ânsia!
E o que tem no estomago tem embrulha
E vomitas todo o ódio que alimentaste nos anos afio
Estás vivo por fora, mas morto por dentro
Estás feliz agora?
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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Hoje no Clube do Livro: Conceitos Básicos da Cabala
A Árvore da Vida
Eis que antes das emanações serem emanadas e das criaturas serem criadas,
A simples luz superior preenchia toda a existência.
E não havia lacuna, como uma atmosfera vazia, um vácuo, ou um buraco,
Mas tudo era preenchido com simples e ilimitada luz.
E não havia tal parte como cabeça ou cauda,
Mas tudo era luz simples e suave, equilibrada igual e uniformemente,
E foi chamada Luz Infinita.
E quando por Sua simples vontade, surgiu o desejo de criar o mundo e emanar as emanações,
Para trazer à luz a perfeição de Seus feitos, Seus nomes, Suas denominações,
Que foi a causa da criação dos mundos,
Ele então Se restringiu, no meio,
Precisamente no centro,
Ele restringiu a luz.
E a luz afastou-se para os lados em torno daquele ponto central.
E ali restou um espaço vazio, um vácuo
Circundando o ponto central.
E a restrição foi uniforme
Em volta do ponto vazio,
De forma que o espaço
Uniformemente circundou-o.
Assim, após a restrição,
Tendo formado um vácuo e um espaço
Precisamente no centro da luz infinita,
Um lugar foi formado,
Onde o emanado e criado podem residir.
Então da Luz Infinita uma única linha estendeu-se,
Desceu dentro daquele espaço.
E através daquela linha, Ele emanou, criou, formou, e
Fez todos os mundos.
Antes de estes mundos virem a ser
Havia um infinito, um nome, em maravilhosa e oculta unidade,
E mesmo nos anjos mais próximos a Ele
Não há capacidade de atingir o infinito,
Pois não há mente que possa a Ele perceber,
Porque Ele não tem lugar, nem limite, nem nome.
O ARI, um grande Cabalista do século 16
Para Baixar:
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
O Finito e o Eterno
Devemos preservar
As coisas materiais
Para nosso uso!
Mas não para a
Eternidade...
Esta pertence a alma,
A qual devemos alcançar
A cada dia
Se a capa de seu livro rasgou,
Não fiques triste,
Pois ainda te é livre
Seu conteúdo!
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sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Gênesis-10
1 Estas, pois, são as gerações dos filhos de Noé: Sem, Cão e Jafé, aos quais nasceram filhos depois do dilúvio.
2 Os filhos de Jafé: Gomer, Magogue, Madai, Javã, Tubal, Meseque e Tiras.
3 Os filhos de Gomer: Asquenaz, Rifate e Togarma.
4 Os filhos de Javã: Elisá, Társis, Quitim e Dodanim.
5 Por estes foram repartidas as ilhas das nações nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações.
Para ler mais:
http://projetoalquimia.wordpress.com/2012/04/07/biblia/#genesis_10
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Na varanda e no quarto
Nós no tempo...
Ao vento
Contando história ao relento
E o compasso lento...
Adentro...
Seus olhos, a tudo atentos!
Eu com esforço
Tento persuadi-los
Seu sorriso lúgubre no lume
Ilumina-me a tez, escurecida
Pelas paredes do quarto.
Ouço o arfar dos seus pulmões
E sinto o perfume de seu doce hálito
Inebriam os espaços e adormeço
No enlaço dos seus braços...
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domingo, 17 de novembro de 2013
O PODER DOS SÍMBOLOS II - CABALA
Mas nós mesmos, nossa consciência, que está examinando este mundo, residimos em uma camada mais profunda. Eis por que não podemos deixar de perguntar: "E sobre a coisa em si mesma? Aquilo que está lá antes que a medíssemos? O que é matéria, energia, tempo, espaço - e como vieram a ser?
Para explicar nosso mundo sem examinar esta profundeza interior é tão superficial quanto explicar o trabalho de um computador descrevendo as imagens vistas no monitor. Se virmos uma bola movendo-se para cima e para baixo na tela, diríamos que está ricocheteando contra o fundo da tela? Os dispositivos na sua barra de rolagem exercem alguma força sobre a página dentro da tela? A barra do menu tem realmente os menus ocultos atrás dela?
O autor de um software de uso facilitado seguiu regras consistentes para que você possa trabalhar confortavelmente dentro dele. Se for um jogo de alguma complexidade, ele precisou determinar e seguir um grande conjunto de regras. Mas uma descrição destas regras não é uma explicação válida de como isso funciona. Para isso, precisamos ler seu código, examinar o equipamento, e, mais importante - examinar a descrição de seu conceito original. Precisamos vê-lo da maneira que o autor o vê, como evolui passo a passo de um conceito em sua mente através do código que ele escreve, até os pontinhos fosforescentes minúsculos na tela.
As Cinco Fases ou Cinco Sefirot
Como o Criador começou tudo com o ato de doar, esse é o fundamento para o relacionamento com o Criador, assinalado pelas cinco fases do desenvolvimento espiritual.
O ponto de partida para você e eu implica no ato de receber. O Criador dá, e nós recebemos. Assim, a Fase Zero no ciclo da espiritualidade é o Criador, o desejo de dar, e a Fase 1 é o desejo de receber com satisfação. Mas o Criador deu aos seres humanos mais do que um mero desejo de desfrutar. Ele nos deu o desejo de nos tornarmos como Ele, porque o que poderia ser melhor do ser como Ele?
Porque ser como o Criador é ainda melhor do que apenas receber.
A Fase 2 é querer dar, e neste caso, isso significa querer devolver ao Criador.
Na fase 3, nós (seres humanos) compreendemos que o único meio de dar ao Criador é fazer aquilo que Ele quer, porque não podemos dar nada mais a Ele. Porque Ele quer que recebamos, e é isso que fazemos na Fase 3. Mas veja a diferença: isso não é como o recebimento da Fase 1.
Aqui, na Fase 3, recebemos porque Ele quer dar, e não porque queremos receber. A nossa intenção mudou de “recebermos para nós mesmos” para “recebermos para o Criador”. Na Cabala, isso é considerado como o ato de dar.
A Fase 3 poderia ter sido o fim do processo se não fosse por essa pequena questão chamada “o terceiro estágio”. Já havíamos dito previamente que o nosso objetivo não se limita a nos unirmos ao Criador, mas sim nos tornarmos como Ele. Isso só poderá acontecer quando possuirmos Seus pensamentos, quando soubermos e realmente participarmos do Pensamento da Criação.
Por isso, a Fase 4 introduz um novo estímulo: o desejo de compreender o verdadeiro Pensamento da Criação. Aqui você quer compreender para que serve o ato de dar, o que torna prazeroso, por quê ele cria tudo, e que sabedoria ele concede.
Para ler mais:
projetoalquimia.wordpress.com/2012/04/07/o-poder-dos-simbolos-2/#cabala
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