domingo, 28 de outubro de 2018

Projeto Alquimia - Alquimia do Corpo - ACUPUNTURA


            A acupuntura ou, também, acupunctura em português europeu (do latim acus - agulha e punctura - colocação), é um ramo da medicina tradicional chinesa (MTC). Foi também declarado Patrimônio Cultural Intangível da Humanidade pela Unesco em 19 de novembro de 2010.

            O tratamento acupunterápico consiste no diagnóstico (igualmente baseado em ensinamentos clássicos da Medicina Tradicional Chinesa) e na aplicação de agulhas em pontos definidos do corpo. Chamados de "Pontos de Acupuntura" ou "Acupontos" que se distribuem principalmente sobre linhas chamadas "meridianos chineses" e "canais", para obter diferentes efeitos terapêuticos conforme o caso tratado. Também são utilizadas outras formas de estimulação, estando entre as mais conhecidas a moxabustão (aplicação de calor sobre os acupontos ou meridianos). A estreita relação entre o uso das agulhas e da moxa, na acupuntura, fica evidente na tradução literal da expressão que, em chinês, designa acupuntura (Zhen Jiú - 针灸), sendo Zhen () agulha e Jiú () fogo (ação de cauterizar). O leque de opções do acupunturista, entretanto, costuma ser bem mais amplo, podendo-se estimular os acupontos e meridianos com os dedos (do-in), instrumentos específicos semelhantes a um pente de osso ou jade (gua sha), ventosas (ventosaterapia), massagens (tui na) e outras técnicas, como por exemplo a sangria. A acupuntura chinesa, por seu histórico milenar, acabou por desenvolver escolas específicas em países próximos da China, dando origem ao shiatsu (espécie de massagem) no Japão e a estimulação nos denominados microssistemas do corpo a exemplo da auriculoterapia (ver adiante)

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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Cronologia



O tempo lhe passou
Como água que escoa pelo vão das ruas
O verão de sua vida se passou e nem se deu conta
Foram dias, como meses e anos...
Escoaram pela ampulheta da vida...
Quando acordou de seu sonho
Seus cabelos estavam alvos como a neve
O que plantou colheu em larga escala
Risos ou prantos,
De acordo com a semente

domingo, 14 de outubro de 2018

Gênesis-28-29


1 Isaque, pois, chamou Jacó, e o abençoou, e ordenou-lhe, dizendo: Não tomes mulher dentre as filhas de Canaã.

2 Levanta-te, vai a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de tua mãe, e toma de lá uma mulher dentre as filhas de Labão, irmão de tua mãe.

3 Deus Todo-Poderoso te abençoe, te faça frutificar e te multiplique, para que venhas a ser uma multidão de povos; seu

4 e te dê a bênção de Abraão, a ti e à tua descendência contigo, para que herdes a terra de tuas peregrinações, que Deus deu a Abraão.

5 Assim despediu Isaque a Jacó, o qual foi a Padã-Arã, a Labão, filho de Betuel, arameu, irmão de Rebeca, mãe de Jacó e de Esaú.

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domingo, 30 de setembro de 2018

O Alcorão - 26ª SURATA - "ACH CHU’ARÁ" - (OS POETAS)


1 Tah, Sin, Mim.
2 Estes são os versículos do Livro lúcido.
3 É possível que te mortifiques, porque não se tornam fiéis.
4 Se quiséssemos, enviar-lhes-íamos, do céu, um sinal, ante o qual seus pescoços se inclinariam, em humilhação.
5 Todavia, não lhes chega nenhuma nova Mensagem (provinda) do Clemente, sem que a desdenhem.
6 Desmentem-na; porém, bem logo lhes chegarão notícias do que escarnecem!
7 Porventura, não têm reparado na terra, em tudo quanto nela fazemos brotar de toda a nobre espécie de casais?
8 Sabei que nisto há um sinal; porém, a maioria deles não crê.
9 E em verdade, o teu Senhor é o Poderoso, o Misericordiosíssimo.
10 Recorda-te de quando teu Senhor chamou Moisés e lhe disse: Vai ao povo dos iníquos,
11 Ao povo do Faraó. Acaso não (Me) temerão?
12 Respondeu-Lhe: Ó Senhor meu, em verdade, temo que me desmintam.
13 Meu peito se oprime e minha língua se entrava; envia comigo Aarão (para que me secunde),
14 Pois me acusam de crime e temo que me matem.
15 Disse (Deus): De maneira nenhum (farão isso)! Ireis ambos, com os Nossos sinais e estaremos convosco, vigiando.
16 Ide, pois, ambos, ao Faraó e dizei-lhe: Em verdade, somos mensageiros do Senhor do Universo,
17 Para que deixes os israelitas partirem conosco.
18 (O Faraó) disse (a Moisés): Porventura, não te criamos entre nós, desde criança, e não viveste conosco muitos anos da tua vida?
19 E, apesar disso, cometeste uma ação (que bem sabes), e por assim fazeres, és um dos tantos ingratos!
20 Moisés lhe disse: Cometi-a quando ainda era um dos tantos extraviados.
21 Assim, fugi de vós, porque vos temia; porém, meu Senhor me agraciou com a prudência, e me designou como um dos mensageiros.

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NOTA-1:

Sou contra qualquer tipo de violência descrita, seja no presente Alcorão, na Bíblia ou qualquer livro santificado. Pois não acredito que o Pai, tenha dado a quem quer que seja o direito à vida de seu outro irmão, ou mesmo o direito de correção de forma física. Sou avesso a permissão da escravidão descrita na Bíblia, visto que, meu Pai é libertador e não acorrentador. Quero crer, que infelizmente até aqui se fez uso do que era conveniente as partes as quais detinham o poder. Porque já existem as Leis Alquímicas, que são certas e automáticas, justas até. Veja que até aquele que era escravo no Egito, virou escravizador em suas terras, para futuramente se tornar novamente escravo e desterrado!!! Aprendam a lição. Meu Pai não permitiu que ferissem ninguém, nem tão pouco que apedrejassem até a morte. Somente meu Pai julga, com certeza e clareza.


NOTA-2:

É preciso desmistificar, e reavaliar o conceito que as religiões vêm dando a esta imensa energia ao qual denominamos Deus

Cada povo em si o moldou da forma a lhe conferir méritos e benefícios, gerando assim um Deus rancoroso, extremamente guerreiro e juiz, quando de fato não o é, mas sim claro, simples e definitivo

O Deus supremo de sua magnitude nos criou iguais e semelhantes, porém em sua infinita sabedoria, nos criou em cascas diversificadas e múltiplas: homens, mulheres, negros, brancos, heterossexuais, homossexuais, etc...

Afim de que vençamos estas diferenças e possamos nos unir como um só e assim fazer nosso definitivo retorno ao Pai

O que as sagradas escrituras demonstram (seja ela de qualquer povo) é uma saga sangrenta e particular, em busca da alto definição e soberania de uma raça! Simplesmente o contrário do que foi nos ensinado pelos mensageiros da palavra, seja Jesus ou Sidarta Gautama

O templo de “Deus” somos nós mesmos, e ofender a outro irmão é ofender ao sagrado!

Se todos somos uma fração de um mesmo inteiro, atingir o próprio é como atingir a si próprio

Chega desta mentalidade de que Deus irá nos castigar cruelmente pelos nossos pecados! Que pode definir estes pecados? O vicio é um pecado? Deus nos criou para amar simplesmente e nada mais

Caríssimos, vos digo que o pecado quem infringi em si mesmo, somos nós próprios. Deus esta alheio ao que fazemos ou deixamos de fazer. Somente acompanha e guia nossa evolução. Quer se encher de drogas? Ok, mas aguarde as conseqüências! É como seguir uma estrada no sentido contrario...

domingo, 23 de setembro de 2018

I CHING - II. A HISTORIADO LIVRO DAS MUTAÇÕES - III. A ORGANIZAÇÃO DA TRADUÇÃO


II. A HISTORIADO LIVRO DAS MUTAÇÕES

Na literatura chinesa, quatro sábios são citados como autores do Livro das Mutações: respectivamente Fu Hsi, Rei Wen, o Duque de Chou e Confúcio. Fu Hsi é uma figura lendária que representa a era da caça e da pesca, devendo-se a ele também o hábito de cozer os alimentos. O fato de ser ele indicado como o inventor dos signos lineares do Livro das Mutações significa que lhes é atribuída uma tal antigüidade que antecede à memória histórica. Além disso, os oito trigramas têm nomes que não aparecem em qualquer outra passagem na língua chinesa, razão pela qual julgou-se que tivessem origem estrangeira. De qualquer modo, não são caracteres arcaicos como alguns autores foram levados a crer pela semelhança em parte acidental, em parte intencional com um ou outro ideograma antigo.

III. A ORGANIZAÇÃO DA TRADUÇÃO

A tradução do Livro das Mutações obedeceu a princípios cujo conhecimento facilitará muito a leitura.

A tradução do texto procurou a forma mais breve e concisa possível de modo a manter-se a impressão de arcaísmo que o original chinês transmite. Isso tornou ainda mais necessária a apresentação não só do texto mas também de um extrato dos principais comentários chineses. Essa sinopse procurou ser a mais sucinta possível, trazendo uma perspectiva abrangente das maiores contribuições dos especialistas chineses para a compreensão do livro. Comparações com textos ocidentais13 que em muitas passagens pareciam sugestivas, assim como meus próprios pontos de vista, foram acrescentados só ocasionalmente e sempre de forma a serem identificados, sem risco de dúvidas, como tais. O leitor, portanto, pode considerar o texto e os comentários como autênticas expressões do pensamento chinês. Chama-se a atenção em especial a este fato, pois várias das verdades fundamentais aqui apresentadas coincidem a um tal ponto com preceitos cristãos que com freqüência surpreendem.

COMENTÁRIOS DE C. G. JUNG

Para ler mais:

NOTA: Somos totalmente avessos a adivinhações e previsões astrológicas. Acreditamos que nosso futuro e as coisas que virão, cabem somente ao Pai Eterno. Pois qualquer tipo de adivinhação, foge ao caráter do livre arbítrio. Transcrevemos estas partes dos texto, para sermos fieis ao original, e também em respeito à fé alheia. Ainda iremos comentar vários pontos do Iching.

domingo, 16 de setembro de 2018

GITA - SLOKA 4-6


            Neste exército há poderosos arqueiros iguais a Arjuna e Bhima em combate, tais como Satyaki, o rei Virata, os maharathi, Drupada e outros. Reunidos nesta batalha, estão todos os maharathis como Dhrstaketu, Cekitana, o heroico Kasiraja, Purujit, Kuntibhoja, os nara srestras como Saibya, o melhor dos valentes, o vitorioso Yudhamanyu, o poderoso Uttamauja, Abhimanyu e os filhos de Draupadi, encabeçados por Pratibindhya.

            Bhavanuvada

            Aqui a palavra mahesvasah significa que todos estes grandes guerreiros portavam arcos indestrutiveis pelo inimigo. A palavra yuyudhana significa Satyaki. Saubhadrah é Abhimanyu, e Draupadeyah indica os filhos dos cinco Pandavas, encabeçados por Pratibindhya, quem nasceu de Draupadi. As características de um maharati são descritas aqui: em um grupo de grandes guerreiros expertos na astra sastra , o que pode lutar com uma quantidade ilimitada de guerreiros é conhecido como atirathi, aquele que pode lutar contra dez mil guerreiros é chamado de maharathi, o que yoddha, e o que necessita assistencia para vencer um único inimigo se chama arddharathi.

Para ler mais:

NOTA: Somos totalmente avessos a adivinhações e previsões astrológicas. Acreditamos que nosso futuro e as coisas que virão, cabem somente ao Pai Eterno. Pois qualquer tipo de adivinhação, foge ao caráter do livre arbítrio. Transcrevemos estas partes dos texto, para sermos fieis ao original, e também em respeito à fé alheia. Ainda iremos comentar vários pontos de Gita, mais adiantamos que os semi-deuses referidos aqui neste texto, podem ser o Nefilins citados na Bíblia ou mesmo os semi-deuses descritos nas culturas greco-romanas. Pedimos desculpas pelos erros de português na primeira postagem, pois realmente não foi feita nenhuma checagem ortográfica e o post foi transcrito na integra, conforme original do livro.

domingo, 9 de setembro de 2018

O PODER DOS SÍMBOLOS VI - HAMSÁ


            A hamsá (árabe: خمسة, chamsa – literalmente “cinco”, referindo-se aos cinco dedos da mão). Trata-se de um símbolo da fé islâmica, é um objeto com a aparência da palma da mão com cinco dedos estendidos, usado popularmente não só como um amuleto contra o mau olhado, mas também para afastar as energias negativas e trazer felicidade, sorte e fortuna

            Descrição
            Ela é uma mão simétrica, cujo polegar e o mindinho são idênticos e apontam para os lados e para o horizonte, e o dedo médio é o eixo de simetria. Há também hamsás com forma de pombas semelhantes a uma mão. Ela pode aparecer também como uma mão normal, com um polegar distinto do mindinho.

            Frequentemente, possui o desenho de olhos, com pombos, peixes e estrelas de Davi para fortalecer o seu simbolismo. Em certas hamsás existem inscrições em hebraico, como a Shemá Israel, por exemplo.

Para ler mais:
https://projetoalquimia.wordpress.com/2018/06/13/o-poder-dos-simbolos-vi/#hamsa