domingo, 16 de maio de 2021

O PODER DOS SÍMBOLOS VIII - A TÁBUA DE ESMERALDA


A Tábua de Esmeralda (também conhecida por Tabula Smaragdina ou Tábua Esmeraldina), é um texto que se pensa ter sido escrito pelo ícone helenístico Hermes Trismegisto, que revela os segredos sobre substância primordial (aquilo que é omnipresente em tudo que forma o universo), e todas as suas formas e potencialidades. É um texto com enorme relevância nos dias de hoje por revelar o conhecimento antigo sobre o Universo, que tem se revelado verdadeiro por inúmeras ciências.

O primeiro vestígio documentado sobre a Tábua de Esmeralda pode ser encontrado numa carta de Aristóteles a Alexandre o Grande durante a sua campanha na Pérsia. Esta carta integra na versão em latim da grande obra “Secretum Secretorum” (“Segredo dos Segredos”); traduzida a partir do original em Árabe “Kitab Sirr al-Asrar”, que é um gênero de livro de conselhos, tratado e enciclopédia para todos os grandes governantes da época. Este livro fala sobre as ciências que regem o universo, e foi um dos livros mais lidos da idade média por conter os maiores e mais poderosos segredos sobre o universo...

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domingo, 18 de abril de 2021

CABALA 26 – O CONHECIMENTO DO MUNDO ESPIRITUAL


Muito papel foi desperdiçado pelos filósofos discutindo a impossibilidade de compreender o Criador. O judaísmo, como uma doutrina fundamentada na experimentação pessoal dos cabalistas, responde à seguinte pergunta: como podemos falar sobre a possibilidade ou não de perceber o Criador, antes de poder percebê-Lo?

Qualquer declaração definitiva implica certa medida de percepção. Portanto, primeiro é necessário definir a que se refere quando se diz que é “impossível perceber o Criador ou a infinitude”. Com base em que podemos argumentar que entendemos essas noções?

É evidente que, quando falamos em compreender o Criador, isso significa que tal compreensão seria alcançada por nossos órgãos sensoriais e por nosso intelecto, assim como se faz ao investigar qualquer coisa em nosso mundo. Mais ainda, todos os conceitos devem ser compreensíveis a cada um em nosso mundo, assim como qualquer outro conceito que estiver sendo pesquisado. Desse modo, as ideias devem incorporar algo tangível e real, algo que possa ser discernido por nossos órgãos sensoriais.

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domingo, 21 de março de 2021

O PODER DOS SÍMBOLOS VIII - TRIQUETRA


Triquetra, por vezes chamada de triqueta, em latim triquætra, é um símbolo celta formado por três arcos interligados, também é similar a um tríscele e pode ser interpretada como uma representação do Infinito nas três dimensões ou a eternidade, ou ainda, a trindade, a eternidade e a unidade.

Originário das tradições celtas, representa as três faces da Grande Mãe, a energia criadora do universo, cujas três faces são a Virgem, a Mãe e a Anciã. Era um símbolo muito comum na civilização celta devido o seu enorme poder de proteção. Encontrado inscrito em pedras, capacetes e armaduras de guerra, era interpretado como a interconexão e interpenetração dos níveis Físico, Mental e Espiritual.

O círculo no meio, assim como no pentagrama, representa a perfeição e a precisão.

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domingo, 14 de março de 2021

ICHING - 12. PI / ESTAGNAÇÃO


Acima CH’IEN, O CRIATIVO, CÉU.
Abaixo K’UN, O RECEPTIVO, TERRA.

Este hexagrama é o oposto do precedente. O céu está acima, retirando-se cada vez mais, enquanto a terra abaixo mergulha nas profundezas. Os poderes criadores estão dissociados. É a época da estagnação e do declínio. Esse hexagrama é atribuído ao sétimo mês (agosto-setembro)l5, quando o ano já ultrapassou seu zênite e o declínio outonal advém.

JULGAMENTO
ESTAGNAÇÃO. Homens maus não favorecem a perseverança do homem superior.
O grande parte, o pequeno se aproxima.

Céu e terra estão dissociados, e todas as coisas tornam-se entorpecidas. O que está acima não se relaciona com o que está abaixo e na terra prevalece a confusão e a desordem. O poder da escuridão está no interior e o poder da luz, no exterior. A fraqueza está no interior, a rigidez, no exterior. Os inferiores estão no interior, os homens superiores estão no exterior. O caminho dos homens inferiores está em ascensão, o caminho dos homens superiores, em declínio. Porém os homens superiores não se deixam afastar de seus princípios. Mesmo quando não podem exercer influência, permanecem leais a seus princípios e retiram-se para a reclusão.

IMAGEM
Céu e terra não se unem: a imagem da ESTAGNAÇÃO. Assim o homem superior recolhe-se a seu valor interno de modo a evitar dificuldades.

Para ler mais:

NOTA: 
Somos totalmente avessos a adivinhações e previsões astrológicas. Acreditamos que nosso futuro e as coisas que virão, cabem somente ao Pai Eterno. Pois qualquer tipo de adivinhação, foge ao caráter do livre arbítrio. Transcrevemos estas partes dos texto, para sermos fieis ao original, e também em respeito à fé alheia. Ainda iremos comentar vários pontos do Iching.







sexta-feira, 12 de março de 2021

Ponto de Vista


É totalmente errado se dizer:
Hoje vai fazer um mal tempo
Pois não é pelo fato de o clima não lhe agradar
Que ele seja mal
Há a necessidade de que fique frio
Para a Terra não superaquecer
Deve se chover,
Para umedecer esta mesma Terra
E saciar a sede dos seres viventes
Então pensem duas vezes
Antes de dizer algo negativo
Sobre a natureza que lhe sustenta

domingo, 7 de março de 2021

GITA – CAPITULO 3 SLOKA 21 a 30


Sloka 21
Sem dúvida, as pessoas ordinárias atuam do mesmo modo que uma pessoa exaltada. Qualquer regra que uma pessoa exaltada estabeleça, estas pessoas o seguirão.

Sloka 22
Oh! Partha! Para mim, não há nenhum dever prescrito, pois não há nada inalcançável pra mim nos três mundos. Mas até mesmo eu estou ocupado na execução dos deveres prescritos.

Bhavanuvada
Sri Bhagavan se exibe como exemplo para instruir o povo comum neste e nos próximos versos.

Para ler mais:
https://projetoalquimia.wordpress.com/2018/05/05/gita/#cap_3-sloka_21-22-23-24-25


A mitologia Hindu é provavelmente uma das mais antigas mitologias do mundo. Seus primeiros mitos nasceram numa região conhecida como Vale do Indo (no atual Paquistão). O panteão hindu constitui uma tentativa formidável de criar máscaras pelas quais o ser humano tenta falar dos seus sonhos e medos.

A mitologia hindu inicia com o imanifestado (Adinatha), que se manifesta na trimúrti: Brahma, Vishnu e Shiva, unidade na pluralidade.

Na mitologia hindu, incluem-se todas as possibilidades: deuses, semideuses, seres celestiais, anjos, demônios e vampiros, cujas sagas e peripécias serviram desde a antiguidade para alimentar o imaginário e os ideais do ser humano.

Estatua de Shiva.

Apesar desta inegável multiplicidade, o hinduísmo não é tão politeísta quanto aparenta; tirar essa conclusão seria tão leviano como concluir, olhando para o santoral cristão, que o cristianismo é politeísta.

O hinduísmo, tem uma base filosófica dividida em darsanas (pontos de vista), mas o ponto onde termina a lógica e começa o imaginário é de difícil determinação.

“Armas não conseguem cortá-lo, fogo não pode queimá-lo, água não consegue molhá-lo, ventos não podem secá-lo... Ele é eterno e tudo permeia, sutil, imóvel e sempre o mesmo.

— Bagavadguitá, II:23-24”

A mitologia hindu nem sempre tem uma estrutura consistente e monolítica. O mesmo mito normalmente aparece em várias versões e pode ser representado de forma diferente nas tradições sócio-religiosas. Observou-se também que esses mitos foram modificados por várias escolas filosóficas ao longo do tempo, especialmente na tradição hindu. Esses mitos têm um significado mais profundo, muitas vezes simbólico, e receberam uma gama complexa de interpretações.

Dada essa gama de informações. Devemo-nos colocarmos sempre na posição do povo em questão, sobre suas crenças. Pois fazer um julgamento é sempre algo fácil. Devemos imaginar que todas essas religiões e crenças nasceram a milênios atrás, quando o conhecimento e mentalidade humana eram ainda jovens, no entanto, eles tinham uma ligação muito maior com o espiritual, do que temos hoje em dia, ou seja, uma percepção muito mais ampla de se sentir o poder da natureza e seu criado. Mesmo não sabendo seu nome ou tendo o visto frente à frente (podemos observar isso em diversas religiões). Acabando por denominar as forças da natureza, como sendo estas emanações, o que de uma certa forma não é tão errado.

No texto de Guita podemos assimilar diversas sabedorias se estivermos abertos e atentos a isso, sem nenhum poder de recriminação ou fanatismo. Resumindo é a mesma Lei de sempre: para termos algo, em troca devemos doar algo. Não adianta apenas queremos para nós mesmo o tempo todo, se queremos algo da Terra (o pão), devemos doar a Terra, adubo o fruto. Isso é um termo de sacrifício dar uma parte para receber em troca. Isso deve ser algo automático e não uma punição ou obrigação. Você quer a presença de Deus, mais não é capaz de olhar o semelhante que está a seu lado. Pense nisso!!!

Projeto Alquimia

domingo, 14 de fevereiro de 2021

O PODER DOS SÍMBOLOS VIII - AURA


O que é aura?

Todo ser humano representa um gerador de energia que produz um campo energético. A aura é um fluído ou essência sutil, que emana dos corpos humanos e dos animais. É um eflúvio psíquico que, por sua vez, participa da mente e do corpo; também é chamado de âkâzica ou akâshica - magnética.

A Aura humanaé uma força energética evolutiva, que reúne todas as nossas informações físicas e metafísicas, que sustenta a vida e caracteriza o ser humano.

Sem ela, não poderíamos existir. Ela é uma radiografia de todas as nossas vidas desde o momento de nossa formação espiritual e contém dados sobre o passado, sobre a vida presente e até mesmo tendências futuras.

Por causa deste magnetismo, nos sentimos atraídos ou não (somos simpáticos ou não) por certas pessoas, algumas mais do que as outras; em alguns casos, basta se aproximar para se envolver numa maravilhosa onda de luz e paz, pois a energia é tão contagiante que poderia até ser tocada. Outras pessoas, ao contrário, provocam uma desagradável sensação de cansaço, como se roubassem nossa energia. Este tipo de sensação reflete o poder da nossa aura.

Para ler mais:
https://projetoalquimia.wordpress.com/2020/01/11/o-poder-dos-simbolos-viii/#topico-4