quarta-feira, 9 de julho de 2014
À Luta!!!
Um guerreiro não esmorece,
Nem adormece e plena batalha!
Ele pode parecer ameno e alheio
Mas esta na espreita,
Arquitetando a melhor estratégia
Um guerreiro não embrutece
E sim emudece o seu mais bruto oponente
Um guerreiro nunca levanta espada em vão
Prefere mantê-la guardada no vão do que tê-la na mão
E ferir por calunia e difamação um nobre irmão
Um guerreiro vai ao fundo dos fatos
E de fato, mostra tato ao compor um retrato
Um guerreiro não vive de solidão
Vive em comunhão e reparte um próprio pão
Também sou guerreiro e guardo minha espada afiada
E sem conversa fiada, lhe digo de ante mão
Que minha arma é o livro na mão
copyright©http://alchemist-projeto-alquimia.blogspot.com/
São Paulo
São Paulo, terra de opções diversas. Trazemos aqui um pouco do que a de bom nela:
Impossível viver sem teu som ensurdecedor...
Sem seu cotidiano. Corre, corre incessante...
Sem às luzes, que parece que nunca se apagam...
Quando se esta privada de todas estas qualidades,
És fúnebre! Imenso cemitério de vivos!
Seus jovens são calorosos, impetuosos...
Seus adultos, cheios de sonhos, ideais...
Seus anciões cheios de histórias para contar...
Mais é fato que existe boa parcela marginalizada!
E urge-se que se traga de volta,
Sem margem de dúvidas!
Estes irmãos, deste solo gentil...
Como gentil eram seus antepassados...
Axioma!
É verídico que muitos que à margem estão,
Vivem enterrados na ignorância,
E amortecidos estão... Robotizados!
Desconhecem o mundo paralelo que os cerca
Deve-se levar a eles a luz!
Clarear-lhes as ideias...
São Paulo!
Uma imensidão...
Uma Nação!
Pátria dentro de outra Pátria...
sábado, 28 de junho de 2014
Pablo Neruda - Vinte Poemas de amor e uma canção desesperada
Vinte Poemas de amor e uma canção desesperada
Gosto quando tu calas porque estás como ausente,
e me ouves desde longe, é minha voz não te toca.
Parece como se teus olhos houvessem voado
e parece que um beijo te fechara a boca.
Como todas as coisas estão cheias da minha alma
emerges delas, plena de minha alma que te alia.
Mariposa de sonho, pareces com minha alma,
e te semelhas à palavra melancolia.
Gosto quando tu calas e estás como distante.
E estás como queixosa, mariposa em arrulho.
E me ouves desde longe e minha voz não te alcança:
deixa-me que me cale com teu silêncio puro.
Deixa-me que te fale também com teu silêncio
claro como uma lâmpada, simples como um anel!
És como uma noite mais calada e constelada.
Teu silêncio é de estrelas, simples, longe no céu.
Gosto quanto tu calas porque estás como ausente.
Distante e dolorosa como se houvesses morrido.
Uma palavra então, um sorriso é o bastante.
E estou alegre, alegre de que não tenhas ido.
Menina morena e ágil que faz as frutas,
o que amadurece os trigais e retorce as algas,
Fez o teu corpo alegre, teus luminosos olhos
e fez a tua boca que tem o sorriso da água.
Um sol negro e ansioso que se enrola nos teus fios
de negra cabeleira, quando estiras os braços.
Tu jogas com o sol como se com um esteiro
e ele deixa nos teus olhos dois escuros remansos.
Menina morena e ágil, nada a ti me aproximas.
Tu de ti me distância, como do meio dia.
És como a delirante juventude da abelha,
a embriaguez da onda, ou toda a força da espiga.
Meu coração sombrio te procura, mesmo assim,
amo teu corpo alegre, e tua voz livre e afinada.
Mariposa morena, doce e definitiva
como o trigal e o sol, uma papoula e a água.
Pablo Neruda
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Projeto Alquimia - Alquimia do Corpo - A Natureza Humana do Elemento Água
A Natureza Humana do Elemento Água
“Qualquer força é sempre a
residência de um Deva ou de um Elemental."
Agora veremos algo bem significativo
que diz respeito à relação entre as coisas existentes e os elementos da
natureza. Em geral tudo guarda estreita relação com os quatro elementos básicos
assim sendo podemos dizer que todos os elementos da natureza entram na
constituição do corpo dos seres que habitam a terra. Mas em cada espécie, e
mesmo em cada ser, algum dos elementos predomina e isso faz com que existam
afinidades marcantes entre os seres e os elementais.
Para ler mais:
sábado, 14 de junho de 2014
O PODER DOS SÍMBOLOS II - CAIBALION (HERMETISMO) - Princípio da Polaridade - “Tudo é duplo; tudo tem dois pólos”
O Caibalion (Kybalion) é um livro esotérico sobre os Princípios Herméticos, foi publicado pela primeira vez em 1908 em inglês. O livro foi escrito por três indivíduos auto-intitulados Os Três Iniciados, e segundo eles contêm a essência dos ensinamentos de Hermes Trismegisto tal como ensinado nas escolas herméticas do Antigo Egito e da Grécia
Existem especulações de que a obra foi criada por William Walker Atkinson.
O título Caibalion se refere a uma palavra hebraica que significa "Tradição ou preceito manifestado por um ente de cima" e compartilha a mesma raiz da palavra Qabala. Muitas das ideias apresentadas neste livro anteciparam conceitos relativamente modernos da Lei da Atração e do Movimento do Novo Pensamento
Este mês:
Princípio da Polaridade - “Tudo é duplo; tudo tem dois pólos”.
Tudo é duplo, tudo tem dois Pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. O semelhante e o dessemelhante são uma só coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados. A polaridade revela a dualidade, os opostos representando a chave de poder no sistema hermético. Mais do que isso, os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Tudo se torna idêntico em natureza. O Pólo positivo + e o negativo - da corrente elétrica são uma mera convenção.
Princípio da Polaridade - “Tudo é duplo; tudo tem dois pólos”.
Tudo é duplo, tudo tem dois Pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. O semelhante e o dessemelhante são uma só coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados. A polaridade revela a dualidade, os opostos representando a chave de poder no sistema hermético. Mais do que isso, os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Tudo se torna idêntico em natureza. O Pólo positivo + e o negativo - da corrente elétrica são uma mera convenção.
Para ler mais:
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Fênix
É preciso ter atitude
Para manter a plenitude
A alma inerente
Que a falta aparente
Não deixe transparecer
A cada amanhecer
Um novo renascer
E uma forma de se ser
Livre uma vez mais
copyright©http://alchemist-projeto-alquimia.blogspot.com/
sábado, 24 de maio de 2014
O Alcorão - 11ª SURATA - "HUD"
Revelada em Makka; 123
versículos, com exceção dos versículos 12, 17 e 114, que foram revelados em
Madina. Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso.
1 Alef, Lam, Ra. Eis o Livro dos
versículos fundamentais, então elucidados por Alguém Onisciente, Prudentíssimo.
2 Não deveis adorar senão a Deus.
Sou o vosso admoestador e alvissareiro de Sua parte.
3 Implorai o perdão de vosso
Senhor e voltai-vos a Ele, arrependidos, que Ele vos agraciará generosamente
até um término prefixado, e agraciará com o merecido a cada um que tiver
mérito. Porém, se vos recusardes, temo por vós o castigo do Grande Dia.
Para ler mais:
projetoalquimia.wordpress.com/2012/04/07/alcorao/#11surata
NOTA:
É preciso desmistificar, e reavaliar o conceito que as religiões vêm dando a esta imensa energia ao qual denominamos Deus
Cada povo em si o moldou da forma a lhe conferir méritos e benefícios, gerando assim um Deus rancoroso, extremamente guerreiro e juiz, quando de fato não o é, mas sim claro, simples e definitivo
O Deus supremo de sua magnitude nos criou iguais e semelhantes, porém em sua infinita sabedoria, nos criou em cascas diversificadas e múltiplas: homens, mulheres, negros, brancos, heterossexuais, homossexuais, etc...
Afim de que vençamos estas diferenças e possamos nos unir como um só e assim fazer nosso definitivo retorno ao Pai
O que as sagradas escrituras demonstram (seja ela de qualquer povo) é uma saga sangrenta e particular, em busca da alto definição e soberania de uma raça! Simplesmente o contrário do que foi nos ensinado pelos mensageiros da palavra, seja Jesus ou Sidarta Gautama
O templo de “Deus” somos nós mesmos, e ofender a outro irmão é ofender ao sagrado!
Se todos somos uma fração de um mesmo inteiro, atingir o próprio é como atingir a si próprio
Chega desta mentalidade de que Deus irá nos castigar cruelmente pelos nossos pecados! Que pode definir estes pecados? O vicio é um pecado? Deus nos criou para amar simplesmente e nada mais
Caríssimos, vos digo que o pecado quem infringi em si mesmo, somos nós próprios. Deus esta alheio ao que fazemos ou deixamos de fazer. Somente acompanha e guia nossa evolução. Quer se encher de drogas? Ok, mas aguarde as conseqüências! É como seguir uma estrada no sentido contrario...
Assinar:
Postagens (Atom)



.jpg)


