quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Desbunde
A bunda
Abunda o imaginário masculino
Grande ou pequena! Rotunda!
Tal qual a imensa Lua,
Hipnotizam o incauto!
Mais no fundo no fundo,
Toda bunda não é a mesma bunda?
E te digo, que uma bunda não é nada!
Se não vier junto com um sorriso e um cérebro!
Nada mais é que um simples devaneio…
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Dicionário:
Desbunde
Substantivo masculino
1.ato ou efeito de ficar deslumbrado, extasiado com alguém ou algo.
2.p.ext. pessoa ou coisa deslumbrante, que causa impacto.
"o irmão dela é um d."
domingo, 27 de setembro de 2015
Projeto Alquimia - Alquimia do Corpo - ELEMENTO INTESTINO
ELEMENTO INTESTINO
Cinco hábitos que melhoram o funcionamento do intestino
A constipação intestinal ou prisão de ventre é uma das queixas mais frequentes nos bate papos informais e consultórios médicos. É considerado dentro do normal no indivíduo adulto que evacua de duas a três vezes por dia ou até de dois em dois dias, pois o hábito intestinal é bastante variável entre as pessoas, dependendo de diversos fatores, desde clínicos até emocionais.
A causa mais comum da constipação intestinal crônica é a baixa ingestão de fibras, que são encontradas principalmente em frutas, verduras e grãos. As fibras são essenciais para que o intestino funcione com regularidade, já que elas aumentam o volume das fezes e retêm líquidos nas mesmas, fazendo com que as fezes se tornem mais pastosas e fáceis de eliminar. Assim, a dieta e ingestão de líquidos têm papel fundamental para o bom funcionamento do intestino.
O uso continuo de laxantes sem supervisão acaba "viciando" o intestino, levando a necessidade de aumentar a dose até o ponto em que ela não fará mais efeito.
Para ler mais:
https://projetoalquimia.wordpress.com/2014/05/18/alquimia-do-corpo/#alquimia7
domingo, 13 de setembro de 2015
O PODER DOS SÍMBOLOS III - FÊNIX
Fênix é um pássaro lendário da mitologia grega, que morria, mas depois de algum tempo renascia das próprias cinzas. O pássaro fênix, antes de morrer, entrava em combustão, para depois renascer.
A fênix possuía uma grande força, capaz de transportar pesadas cargas durante seu voo, chegando ao ponto de carregar até mesmo elefantes. Segundo a mitologia, as lágrimas da fênix possuíam características curativas.
Na Antiguidade, a fênix era um ser venerado por vários povos, como os egípcios, principalmente os habitantes de Heliópolis, onde a fênix era vista como a reencarnação do deus Rá.
A fênix também tem o poder de se transformar em uma ave de fogo muito parecida com uma águia. Pela sua morte diferente, a fênix tornou-se um símbolo de força, da imortalidade e do renascimento. É uma das figuras mais representadas pelas pessoas que fazem tatuagens no corpo.
Para ler mais:
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Apenas um saxofone
(...)A
primeira vez que nos amamos foi na praia. O céu palpitava de estrelas e fazia
calor. Então fomos rolando e rindo até às primeiras ondas que ferviam na areia
e ali ficamos nus e abraçados na água morna como a de uma bacia. Preocupou-se
quando lhe disse que não foram sequer batizadas. Colheu a água com as mãos e
despejou na minha cabeça: “Eu te batizo, Luisiana, em nome do Padre, do Filho e
do Espírito Santo. Amem.” Pensei que ele estivesse brincando mas nunca o vi tão
grave. “Agora você se chama Luisiana”, disse beijando-me a face. Perguntei-lhe
se acreditava em Deus. “Tenho paixão por Deus”, sussurrou deitando-se de
costas, as mãos entrelaçadas debaixo da nuca, o olhar perdido no céu: “O que
mais me deixa perplexo é um céu assim como este”. Quando nos levantamos correu
até a duna onde estavam nossas roupas, tirou a fralda que cobria o saxofone e
trouxe-a delicadamente nas pontas dos dedos para me enxugar com ela. Aí pegou o
saxofone, sentou-se encaracolado e nu como um fauno menino e começou a
improvisar bem baixinho, formando com o fervilhar das ondas uma melodia terna.
Quente. Os sons cresciam tremidos como bolhas de sabão, olha esta que grande!
Olha é capaz de ficar assim nu naquela duna e tocar, tocar o mais alto que
puder até que venha a polícia? Eu perguntei. Ele me olhou sem pestanejar e foi
correndo em direção à duna e eu corria atrás e gritava e ria, ria porque ele já
tinha começado a tocar a plenos pulmões.
Minha
companheira do curso de dança casou-se com o baterista de um conjunto que
tocava numa boate, houve festa. Foi lá que o conheci. Em meio da maior
algazarra do mundo a mãe da noiva trancou-se no quarto chorando, “veja em que
meio minha filha foi cair! Só vagabundos, só cafajestes!...” Deitei-a na cama e
fui buscar um copo de agua com açúcar mas na minha ausência os convidados
descobriram o quarto e quando voltei os casais já tinham transbordado até ali,
atracando-se em almofadas pelo chão. Pulei gente e sentei-me na cama. A mulher
chorava, chorava até que aos poucos o choro foi esmorecendo e de repente parou.
Eu também tinha parado de falar e ficamos as duas muitos quietas, ouvindo a
música de um moço que eu ainda não tinha visto. Ele estava sentado na penumbra,
tocando saxofone.
A
melodia era mansa mas ao mesmo tempo tão eloquente que fiquei imersa num
sortilégio. Nunca tinha ouvido nada parecido, nunca ninguém tinha tocado um
instrumento assim. Tudo o que tinha querido dizer à mulher e não conseguira,
ele dizia agora com o saxofone: que ela não chorasse mais, tudo estava bem,
tudo estava certo quando existia o amor. Tinha Deus, ela não acreditava em
Deus? – perguntava o saxofone. E tinha a infância, aqueles sons brilhantes
falavam agora da infância, olha aí a infância!... A mulher parou de chorar e
agora era eu que chorava. Em redor, os casais ouviam num silencio fervoroso e suas
carícias foram ficando mais profundas, mais verdadeiras, porque a melodia
também falava do sexo como um fruto que amadurece ao vento e ao sol.(...)
Melhores Contos - Fagundes Telles,
LYGIA, Apenas um saxofone, Pág.26/27
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
A busca
Os aprendizes procuram a sabedoria com os discípulos...
Os discípulos procuram a sabedoria dos mestres...
E os últimos bebem o conhecimento direto da fonte, O Criador!
Bom seria, se todos fossem mestres, então não seriam necessários intermediários!
Mais enquanto houverem mentes perdidas e sedentas da luz
Faz-se necessário este ciclo...
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terça-feira, 11 de agosto de 2015
Hoje no Clube do Livro: Operação Cavalo de Tróia 7 - Nahum
Operação Cavalo de Tróia 7 – Nahum
O sétimo volume narra os preparativos da vida pública de Jesus de Nazaré e desmistifica personagens fundamentais como Virgem Maria e Judas, que não entendiam a missão de Jesus e esperavam dele um homem revolucionário, o Messias que iria libertar o povo judeu dos Romanos.
Descreve quem foi de fato o revolucionário João Batista, pregador de um deus vingativo e cruel, tão diferente do Deus Pai de Jesus.
Revela ainda para quem foi feito o anúncio de seu nascimento, se operava milagres, se realmente foi o Anunciador de Jesus e se era um louco
Fonte: http://apanaceiaessencial.blogspot.com.br/2009/03/operacao-cavalo-de-troia-jj-benitez.html
Para baixar:
https://www.facebook.com/pages/Clube-do-Livro/485291731525617
domingo, 9 de agosto de 2015
O PODER DOS SÍMBOLOS III - ALIANÇA
ALIANÇA
Origem da palavra Aliança
Vem do latim alligare, "compor, ligar-se a". Já no português medieval significa um comprometimento mútuo, seja no sentido religioso, político ou jurídico. Na tradição bíblica, houve duas Alianças entre Deus e os homens: o Novo Testamento corresponde ao cristianismo (a Nova Aliança), enquanto o Antigo corresponde ao judaísmo (a Antiga Aliança). Acredita-se que o povo judeu transportava, em seu êxodo, uma arca com as Tábuas da Lei que Moisés recebeu no Monte Sinai, contendo os Dez Mandamentos. A partir do séc. 13, aliança passa a significar também "laço matrimonial que une duas famílias", até que, alguns séculos depois, assume o seu significado atual de "anel de casamento".
O casamento na Roma Antiga era uma das principais instituições da sociedade romana e tinha como principal objetivo gerar filhos legítimos, que herdariam a propriedade e o estatuto dos pais. Entre as classes mais prestigiadas, servia também para selar alianças de natureza política ou económica. Refira-se a título de exemplo Júlia, filha de Júlio César e de Cornélia Cinnila, que inicialmente prometida a Quinto Servílio Cepião, acabaria por casar com Pompeu quando o seu pai estabeleceu com este a aliança que conduziu ao primeiro triunvirato ou ainda o casamento de Octávia com Marco António, parte do Tratado de Brundísio.
https://projetoalquimia.wordpress.com/2014/11/09/o-poder-dos-simbolos-iii/#alianca
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