quinta-feira, 23 de maio de 2019

Pranto



"às vezes eu também choro
não estes, dos tipos escrachados
que se rasgam todo
que sangram pelas vertentes...
destes mudos, só pra gente
como quem engoliu e não passou pela garganta
chora-se de amor!
chora-se de agonia!
chora-se mil vezes pela apatia
desta gente que não tem empatia
que não tem altruísmo
chora-se num hiato
pois não vale chorar pra sempre..."

domingo, 19 de maio de 2019

CABALA - 21.1 – O ANSEIO POR QUALIDADES ESPIRITUAIS (continuação)


O sentimento mais espantoso é nossa percepção do abismo infinito.

Isso nos causa um grande impacto, quando um vazio repentino parece abrir-se sob nossos pés; um vazio caracterizado pelo desejo, pelo medo, pela falta de qualquer apoio e pela retirada absoluta da luz circundante que nos havia dado um sentido do futuro, do amanhã, do momento seguinte.

Todas as variações desse sentimento terrível e negativo provém da maior sensação original e, na realidade, podem ser consideradas aspectos dela. Todas nos são enviadas pela mesma fonte, “Malkut”, a alma vazia que o Criador colocou de modo que cada um de nós a preenchesse de luz.

Todas as sensações de escuridão que experimentamos emanam dessa alma vazia, e podem ser superadas somente pela fé no Criador, ao percebê-Lo. É por essa razão que todo o sofrimento é enviado pelo Criador.

O rei David – a encarnação de nossas almas – descreve a condição da alma em cada linha de seus salmos, representando todas as suas impressões quando esta ascende os diversos níveis. É assombroso o quanto devemos aguentar, antes de termos a compreensão, a consciência e o rumo para o caminho correto. Ninguém pode nos dizer qual deveria ser o passo seguinte.

Somente por necessidade, tendo tropeçado no passo anterior, escolhemos a ação correta. Quanto mais as adversidades nos incitarem, mais rápido poderemos crescer espiritualmente. Portanto, diz-se: “Feliz aquele que é afligido pelo Criador”.

Para ler mais:
https://projetoalquimia.wordpress.com/2012/03/13/kabalah/#topico21.0

domingo, 12 de maio de 2019

Gênesis-33


1 Levantou Jacó os olhos, e olhou, e eis que vinha Esaú, e quatrocentos homens com ele. Então repartiu os filhos entre Léia, e Raquel, e as duas servas.
2 Pôs as servas e seus filhos na frente, Léia e seus filhos atrás destes, e Raquel e José por últimos.
3 Mas ele mesmo passou adiante deles, e inclinou-se em terra sete vezes, até chegar perto de seu irmão.
4 Então Esaú correu-lhe ao encontro, abraçou-o, lançou-se-lhe ao pescoço, e o beijou; e
eles choraram.
5 E levantando Esaú os olhos, viu as mulheres e os meninos, e perguntou: Quem são estes contigo? Respondeu-lhe Jacó: Os filhos que Deus bondosamente tem dado a teu servo.

Para ler mais:

domingo, 5 de maio de 2019

GITA - SLOKA 43 à 46 - CAPITULO 2 SLOKA 01 a 10


SLOKA 43

Oh Janardana! Eu escutei que todos aqueles cuja dinastia carece de princípios religiosos, sofrem no inferno por um período ilimitado.
(cont...)

CAPITULO 2


SLOKA 1

Sanjaya disse: Sri Madhusudana falou ao aflito Arjuna, quem estava cheio de compaixão e cujos olhos estavam agitados e cheios de lágrimas.


SLOKA 2

Sri Bhagavan disse: Oh Arjuna! Qual é a causa da sua ilusão neste momento crítico da batalha. Isto não é próprio de um ariano, pois não condiz com sua reputação, nem te conduzirá aos planetas celestiais.


Bhavanuvada
Neste capítulo, Bhagavan Sri Krsnacandra esboça os sintomas das pessoas liberadas. Ele dissipa a obscuridade causada pela lamentação e ilusão ao conceder, em primeiro lugar, a sabedoria para discernir entre matéria e espírito. 

Prakasika-vrtti
Dhrtarastra estava satisfeito ao saber que, ainda antes de começar a batalha, um sentimento religioso havia despertado no coração de Arjuna. Ele recusava encarar a batalha, atendo-se aos princípios da não violência, que considerava sendo o Dharma supremo. Dhrtarastra pensou: “Seria uma grande fortuna se esta batalha não acontecesse, pois assim, meus filhos poderiam permanecer soberanos do reino sem nenhum obstáculo."

Para ler mais:
https://projetoalquimia.wordpress.com/2018/05/05/gita/#cap_1-sloka_43-44-45-46


NOTA: Somos totalmente avessos a adivinhações e previsões astrológicas. Acreditamos que nosso futuro e as coisas que virão, cabem somente ao Pai Eterno. Pois qualquer tipo de adivinhação, foge ao caráter do livre arbítrio. Transcrevemos estas partes dos texto, para sermos fieis ao original, e também em respeito à fé alheia. Ainda iremos comentar vários pontos de Gita, mais adiantamos que os semi-deuses referidos aqui neste texto, podem ser o Nefilins citados na Bíblia ou mesmo os semi-deuses descritos nas culturas greco-romanas. Pedimos desculpas pelos erros de português na primeira postagem, pois realmente não foi feita nenhuma checagem ortográfica e o post foi transcrito na integra, conforme original do livro.

domingo, 28 de abril de 2019

I CHING - 4. MENG / A INSENSATEZ JUVENIL


4. MENG / A INSENSATEZ JUVENIL



Acima KÊN, A QUIETUDE, MONTANHA.
Abaixo K’AN, O ABISMAL, ÁGUA


            Este hexagrama nos apresenta a juventude e a insensatez de duas maneiras. O trigrama superior, Kên, tem como imagem a montanha e o inferior, K'an, tem como imagem a água. A fonte que brota no sopé da montanha é a imagem da juventude inexperiente. O atributo do trigrama superior é a Quietude, o atributo do inferior é o Abismai, perigo. Manter-se imóvel e perplexo diante de um perigoso abismo é também um símbolo de Insensatez Juvenil. Mas os dois trigramas indicam ainda o caminho através do qual a Insensatez Juvenil pode ser superada. A água tende necessariamente a seguir fluindo. Quando a fonte brota, não sabe, a princípio, para onde se dirigirá. Entretanto, através de seu constante fluir preenche as depressões que impedem seu progresso e assim atinge o sucesso.

Para ler mais:

NOTA: Somos totalmente avessos a adivinhações e previsões astrológicas. Acreditamos que nosso futuro e as coisas que virão, cabem somente ao Pai Eterno. Pois qualquer tipo de adivinhação, foge ao caráter do livre arbítrio. Transcrevemos estas partes dos texto, para sermos fieis ao original, e também em respeito à fé alheia. Ainda iremos comentar vários pontos do Iching.

domingo, 31 de março de 2019

O PODER DOS SÍMBOLOS VII - OS ORIXÁS E OS QUATRO ELEMENTOS



Os orixás são entidades africanas que correspondem a pontos de força da Natureza e os seus arquétipos estão relacionados às manifestações dessas forças. As características de cada Orixá os aproximam dos seres humanos, pois eles manifestam-se através de emoções como nós. Sentem raiva, ciúmes, amam em excesso, são passionais. Cada orixá tem ainda o seu sistema simbólico particular, composto de cores, comidas, cantigas, rezas, ambientes, espaços físicos e até horários. Como resultado do sincretismo que se deu durante o período da escravatura, cada orixá foi também associado a um santo católico, devido à imposição do catolicismo aos negros. Para manterem as suas entidades vivas, viram-se obrigados a disfarçá-los na roupagem dos santos católicos, semelhantes a estes, aos quais cultuavam apenas aparentemente.

Pessoas de outras crenças muitas vezes ficam horrorizadas com este tipo de pensamento, mais podemos aqui criar um paralelo com os deuses gregos e romanos, que também tinha humores humanos e até mantinham relações e procriavam com os humanos. A cultura Escandinávia também nos mostra o mesmo tipo de deidade (iremos aborda-los em outro momento).

Inclusive estes deuses romanos e gregos também foram absorvidos com a nova igreja católica, sob o nome de santos milagrosos.

No entanto não queremos dar ênfase alguma a poderes espirituais desta deidades, mas apenas demonstrar que os elementos exercem certo poder sobre ou junto com o homem, de acordo com a vontade do Pai supremo (seja lá qual sua denominação de acordo com cada cultura)

Rituais de possessões e incorporações não serão discutidos aqui, mesmo porque não provamos. Assim como igrejas diversas também afirma fazer exorcismos de demônios. Pois como acreditamos no poder do Pai, também deixamos isso a cargo dele, visto que moramos em um mundo materialista regido (infelizmente) pelos mandos e desmandos de alguns homens.

Pois estes deuses que nos contam as diversas histórias podem ou não ser, no final das contas os nefilins que desceram expulsos do céu. Mais isso abriria margem para um novo debate e novas polêmicas.

O que queremos deixar claro neste texto é a força que os elementos exercem sobre o ser humanos com a autorização máxima do Pai, e não devemos levar como prioridade definitivas coisas relativas ao mundo terreno, corpóreo. Precisamos sim abrir nossa mente e alma para as coisas simples, exercitando no dia a dia o desapego do material.

Para ler mais?

sexta-feira, 29 de março de 2019

Hoje no Clube do Livro: O Poder dos Simbolos - 6ªParte - 1ªEdição


Símbolo

O Símbolo não é a energia!
O Símbolo representa a energia!
A energia está dentro de nós
É uma dádiva de Deus...
E cabe a cada um de nós
Usarmos dela com sabedoria.
O Símbolo demonstra
O acesso e utilização da energia
De forma velada e secreta.
Somente aos que tem a devida cautela
E vontade de conhecimento
Será-lhes revelado o mistério
Por trás dos Símbolos!

Projeto Alquimia

Segue alguns tópicos:
MASCULINO E FEMININO
Um Pouco Sobre a Opinião da Cabala
O Equilíbrio do Feminino e do Masculino para o desenvolvimento humano
PECADOS CAPITAIS 
Os sete pecados capitais 
HAMSÁ 
Qual seu significado religioso?
SUÁSTICA 
Histórico 
Geometria e simbolismo

Religião e mitologia 

Para baixar: