domingo, 27 de setembro de 2015

Projeto Alquimia - Alquimia do Corpo - ELEMENTO INTESTINO


ELEMENTO INTESTINO

Cinco hábitos que melhoram o funcionamento do intestino

A constipação intestinal ou prisão de ventre é uma das queixas mais frequentes nos bate papos informais e consultórios médicos. É considerado dentro do normal no indivíduo adulto que evacua de duas a três vezes por dia ou até de dois em dois dias, pois o hábito intestinal é bastante variável entre as pessoas, dependendo de diversos fatores, desde clínicos até emocionais.

A causa mais comum da constipação intestinal crônica é a baixa ingestão de fibras, que são encontradas principalmente em frutas, verduras e grãos. As fibras são essenciais para que o intestino funcione com regularidade, já que elas aumentam o volume das fezes e retêm líquidos nas mesmas, fazendo com que as fezes se tornem mais pastosas e fáceis de eliminar. Assim, a dieta e ingestão de líquidos têm papel fundamental para o bom funcionamento do intestino.

O uso continuo de laxantes sem supervisão acaba "viciando" o intestino, levando a necessidade de aumentar a dose até o ponto em que ela não fará mais efeito.

Para ler mais:
https://projetoalquimia.wordpress.com/2014/05/18/alquimia-do-corpo/#alquimia7

domingo, 13 de setembro de 2015

O PODER DOS SÍMBOLOS III - FÊNIX


Fênix é um pássaro lendário da mitologia grega, que morria, mas depois de algum tempo renascia das próprias cinzas. O pássaro fênix, antes de morrer, entrava em combustão, para depois renascer.

A fênix possuía uma grande força, capaz de transportar pesadas cargas durante seu voo, chegando ao ponto de carregar até mesmo elefantes. Segundo a mitologia, as lágrimas da fênix possuíam características curativas.

Na Antiguidade, a fênix era um ser venerado por vários povos, como os egípcios, principalmente os habitantes de Heliópolis, onde a fênix era vista como a reencarnação do deus Rá.

A fênix também tem o poder de se transformar em uma ave de fogo muito parecida com uma águia. Pela sua morte diferente, a fênix tornou-se um símbolo de força, da imortalidade e do renascimento. É uma das figuras mais representadas pelas pessoas que fazem tatuagens no corpo.

Para ler mais:

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Apenas um saxofone


            (...)A primeira vez que nos amamos foi na praia. O céu palpitava de estrelas e fazia calor. Então fomos rolando e rindo até às primeiras ondas que ferviam na areia e ali ficamos nus e abraçados na água morna como a de uma bacia. Preocupou-se quando lhe disse que não foram sequer batizadas. Colheu a água com as mãos e despejou na minha cabeça: “Eu te batizo, Luisiana, em nome do Padre, do Filho e do Espírito Santo. Amem.” Pensei que ele estivesse brincando mas nunca o vi tão grave. “Agora você se chama Luisiana”, disse beijando-me a face. Perguntei-lhe se acreditava em Deus. “Tenho paixão por Deus”, sussurrou deitando-se de costas, as mãos entrelaçadas debaixo da nuca, o olhar perdido no céu: “O que mais me deixa perplexo é um céu assim como este”. Quando nos levantamos correu até a duna onde estavam nossas roupas, tirou a fralda que cobria o saxofone e trouxe-a delicadamente nas pontas dos dedos para me enxugar com ela. Aí pegou o saxofone, sentou-se encaracolado e nu como um fauno menino e começou a improvisar bem baixinho, formando com o fervilhar das ondas uma melodia terna. Quente. Os sons cresciam tremidos como bolhas de sabão, olha esta que grande! Olha é capaz de ficar assim nu naquela duna e tocar, tocar o mais alto que puder até que venha a polícia? Eu perguntei. Ele me olhou sem pestanejar e foi correndo em direção à duna e eu corria atrás e gritava e ria, ria porque ele já tinha começado a tocar a plenos pulmões.

            Minha companheira do curso de dança casou-se com o baterista de um conjunto que tocava numa boate, houve festa. Foi lá que o conheci. Em meio da maior algazarra do mundo a mãe da noiva trancou-se no quarto chorando, “veja em que meio minha filha foi cair! Só vagabundos, só cafajestes!...” Deitei-a na cama e fui buscar um copo de agua com açúcar mas na minha ausência os convidados descobriram o quarto e quando voltei os casais já tinham transbordado até ali, atracando-se em almofadas pelo chão. Pulei gente e sentei-me na cama. A mulher chorava, chorava até que aos poucos o choro foi esmorecendo e de repente parou. Eu também tinha parado de falar e ficamos as duas muitos quietas, ouvindo a música de um moço que eu ainda não tinha visto. Ele estava sentado na penumbra, tocando saxofone.

            A melodia era mansa mas ao mesmo tempo tão eloquente que fiquei imersa num sortilégio. Nunca tinha ouvido nada parecido, nunca ninguém tinha tocado um instrumento assim. Tudo o que tinha querido dizer à mulher e não conseguira, ele dizia agora com o saxofone: que ela não chorasse mais, tudo estava bem, tudo estava certo quando existia o amor. Tinha Deus, ela não acreditava em Deus? – perguntava o saxofone. E tinha a infância, aqueles sons brilhantes falavam agora da infância, olha aí a infância!... A mulher parou de chorar e agora era eu que chorava. Em redor, os casais ouviam num silencio fervoroso e suas carícias foram ficando mais profundas, mais verdadeiras, porque a melodia também falava do sexo como um fruto que amadurece ao vento e ao sol.(...)

Melhores Contos - Fagundes Telles, LYGIA, Apenas um saxofone, Pág.26/27

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A busca


Os aprendizes procuram a sabedoria com os discípulos...
Os discípulos procuram a sabedoria dos mestres...
E os últimos bebem o conhecimento direto da fonte, O Criador!
Bom seria, se todos fossem mestres, então não seriam necessários intermediários!
Mais enquanto houverem mentes perdidas e sedentas da luz
Faz-se necessário este ciclo...

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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Hoje no Clube do Livro: Operação Cavalo de Tróia 7 - Nahum


Operação Cavalo de Tróia 7 – Nahum
O sétimo volume narra os preparativos da vida pública de Jesus de Nazaré e desmistifica personagens fundamentais como Virgem Maria e Judas, que não entendiam a missão de Jesus e esperavam dele um homem revolucionário, o Messias que iria libertar o povo judeu dos Romanos.
Descreve quem foi de fato o revolucionário João Batista, pregador de um deus vingativo e cruel, tão diferente do Deus Pai de Jesus.
Revela ainda para quem foi feito o anúncio de seu nascimento, se operava milagres, se realmente foi o Anunciador de Jesus e se era um louco

Fonte: http://apanaceiaessencial.blogspot.com.br/2009/03/operacao-cavalo-de-troia-jj-benitez.html

Para baixar:
https://www.facebook.com/pages/Clube-do-Livro/485291731525617

domingo, 9 de agosto de 2015

O PODER DOS SÍMBOLOS III - ALIANÇA


ALIANÇA
Origem da palavra Aliança
Vem do latim alligare, "compor, ligar-se a". Já no português medieval significa um comprometimento mútuo, seja no sentido religioso, político ou jurídico. Na tradição bíblica, houve duas Alianças entre Deus e os homens: o Novo Testamento corresponde ao cristianismo (a Nova Aliança), enquanto o Antigo corresponde ao judaísmo (a Antiga Aliança). Acredita-se que o povo judeu transportava, em seu êxodo, uma arca com as Tábuas da Lei que Moisés recebeu no Monte Sinai, contendo os Dez Mandamentos. A partir do séc. 13, aliança passa a significar também "laço matrimonial que une duas famílias", até que, alguns séculos depois, assume o seu significado atual de "anel de casamento".

O casamento na Roma Antiga era uma das principais instituições da sociedade romana e tinha como principal objetivo gerar filhos legítimos, que herdariam a propriedade e o estatuto dos pais. Entre as classes mais prestigiadas, servia também para selar alianças de natureza política ou económica. Refira-se a título de exemplo Júlia, filha de Júlio César e de Cornélia Cinnila, que inicialmente prometida a Quinto Servílio Cepião, acabaria por casar com Pompeu quando o seu pai estabeleceu com este a aliança que conduziu ao primeiro triunvirato ou ainda o casamento de Octávia com Marco António, parte do Tratado de Brundísio.

Para ler mais:
https://projetoalquimia.wordpress.com/2014/11/09/o-poder-dos-simbolos-iii/#alianca

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Mentiras e Verdades


Acreditemos nas mentiras!
Para que assim se alivie a alma...
As pequenas mentiras do dia a dia
As grandes mentiras existenciais
Deixem que sofram os mentirosos
Como seus meros malogros...
Acredite na mentira da política
Acredite na mentira religiosa
Acredite, não siga!
Acredite nos santos diversos
Acredite nos demônios internos
A verdade sobre Deus é definitiva e simples
Talvez escorregando pelas mentiras dos homens
Um dia encontre Deus! Inevitável!
De uma forma bem branda e suave
Aquele que se empenha na busca pela verdade
Galga um caminho bem mais difícil e tortuoso
Os humildes, os frágeis e os inocentes
Quase sempre acreditam nas mentiras
E não são eles aparados por Deus?

Alguma dúvida?