domingo, 5 de março de 2023
Éter
domingo, 19 de fevereiro de 2023
Hoje no Clube do Livro: O Poder dos Símbolos - 9ªParte - 1ªEdição
Símbolo
O Símbolo representa a energia!
A energia está dentro de nós
É uma dádiva de Deus...
E cabe a cada um de nós
Usarmos dela com sabedoria.
O Símbolo demonstra
O acesso e utilização da energia
De forma velada e secreta.
Somente aos que tem a devida cautela
E vontade de conhecimento
Lhes será revelado o mistério
Por trás dos Símbolos!
Segue os tópicos:
domingo, 29 de janeiro de 2023
GITA – CAPITULO 3 – SLOKA 41 – 43 / GITA – CAPITULO 4 – SLOKA 01 – 10
JNANA YOGA
O conhecimento Transcendental
SLOKA 1
Prakasika-vrtti
Neste capítulo, Sri Bhagavan
introduz o conceito da sucessão discípular de mestres espirituais auto
realizados, sem o qual não se pode manifestar Bhakti ou Jnana Yoga neste mundo material.
Só através dela se pode compreender temas espirituais. Na Índia, podemos ver
como a fé e devoção na sucessão disçípular encontra-se até nas pessoas
comuns.Os mantra que não são recebidos através da sucessão discípular são
completamente infrutíferos. Nesta Kali Yuga existem quatro sucessões
Vaishnavas: Sri, Brahma, Rudra e Kumara. Sri Krsna é a fonte de todas elas e
dele flui todo a verdade neste mundo.
Para ler mais:
https://projetoalquimia.wordpress.com/2018/05/05/gita/#cap_3-sloka_41-42-43
OBS.:
domingo, 22 de janeiro de 2023
O PODER DOS SÍMBOLOS IX - AMATERASU
Amaterasu (天照?), Amaterasu-ōmikami (天照大神/天照大御神?) ou Ōhirume-no-muchi-no-kami (大日孁貴神?) é uma parte do círculo mitológico japonês e domina o panteão da religião xintoísta. Ela é a deusa do sol, mas também do universo. O nome Amaterasu é derivado de Amateru que significa "que brilha no céu." O sentido do seu nome completo, Amaterasu-ōmikami, é "a Grande Deusa Augusta que ilumina o céu".
Amaterasu nasceu do olho esquerdo de Izanagi (伊邪那岐) e domina o panteão xintoista, em que figura um certo número de personificações das forças naturais. É representada empunhando um disco solar. O Kojiki (古事記), o documento mais antigo sobre a história do Japão não usava pronomes ou gêneros. Alguns livros, tais como o Hotsuma Tsutae, descreviam a divindade como homem e mulher.
Ela é a deidade japonesa que vela sobre os homens e os enche de benefícios, responsável por iluminar o mundo e assegurar a fertilidade dos campos de arroz. Principal divindade xintoísta, é representada empunhando um disco solar. Amaterasu ou Ama, como é carinhosamente chamada, é membro da realeza divina, filha do deus primordial supremo, que, segundo a mitologia, é o criador do Japão. A deusa, irmã do deus da tempestade “Susanoo“, e o deus da lua “Tsuki-yomi“, vive em Takamagahara (morada de todos os kami “deuses”). Juntos, Mihashira-no-uzu-no-miko “Os três filhos nobres”, estão no comando dos céus.
Para ler mais:
https://projetoalquimia.wordpress.com/2022/02/27/o-poder-dos-simbolos-ix/#topico-3
sábado, 14 de janeiro de 2023
Gênesis-41
2 e eis que subiam do rio sete vacas, formosas à vista e gordas de carne, e pastavam no carriçal.
3 Após elas subiam do rio outras sete vacas, feias à vista e magras de carne; e paravam junto às outras vacas à beira do Nilo.
4 E as vacas feias à vista e magras de carne devoravam as sete formosas à vista e gordas. Então Faraó acordou.
5 Depois dormiu e tornou a sonhar; e eis que brotavam dum mesmo pé sete espigas cheias e boas.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2022
A Troca
O filho pode não gostar de seu pai
Mais o pai nunca pode deixar de gostar de seu filho
O filho não entende ser pai pois não o é
Quando as ordens se inverterem e filho se tornar pai
Irá doer profundamente em sua alma ter negado seu pai
O pai que negar seu filho esta condenado a um ostracismo eterno dentro de si mesmo
O Pai nos deu seu Filho
E o Filho nos devolveu seu Pai
Pois é dando que se recebe!!!
domingo, 4 de dezembro de 2022
Travessia
Não tenho pressa em chegar
Na caminhada venho a presenciar
A observar e apreciar, o que de melhor há
No cimo da abobada azul, nuvens a passear
No leito do rio capivaras a brincar
Densa trilha de terra batida me ponho a caminhar
No alto passaradas a cantar
Não tenho pressa em partir
Do muito que afrontei
Quando cheguei aqui
Não resisti ao seu olhar
Que meiguice se pôs a derramar
E me chamar silenciosamente
E eu posto que sou chama
De amor pus-me a incendiar
Na ânsia de chegar e ficar
O inconveniente de partir
Não soube conjugar
Fiz-me então de apedeuta
Fechei o livro e me tornei matuto nesse assunto

